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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

OLD School #07: YU-GI-OH:The Forbidden Memories

Falar de Yu-Gi-Oh pra muita gente soa meio infantil, afinal a versão 4kids (a que todo mundo assistiu) era mesmo "para crianças". E falar dos jogos de YGO soa completamente como só mais uma adaptação, e por um bom motivo, grande parte dos jogos da serie realmente eram "só mais uma adaptação", mas com Forbidden Memories, para PS1, Foi bem diferente.

Yu-Gi-Oh: The Forbidden Memories (2000)

O jogo é tudo o que um jogo eletrônico de YGO deveria ser: Fiel, Simples, Deck de Fácil Montagem, Campanha consistente e gráfico cuidadosamente polido. Parece perfeito, não é mesmo? E é... Bom, quase.

A campanha é solida, com muitas batalhas difíceis, algumas beirando o impossível para aqueles sem o "dom". Você encara a pele de Yugi Muto, o garoto do desenho, e também usa boa parte de seu Deck, como previa o óbvio.

Você encontrará diversos personagens conhecidos da serie como: Joey, Pegasus, Mai, Téa, Hiroto e por ai vai. A história é a mesma do anime/mangá, porem contada de forma BEM diferente, bem naquele estilo de game que a gente conhece.

Conforme você vai avançando no jogo, irá encontrar cartas mais fortes e poderosas, podendo até encontrar Exodia. Sim, ele também está presente. Mas não há apenas cartas de ataque, existem também cartas rituais, de campo, armadilhas, mágicas e mais uma enorme variedade de tipos de cartas. E por falar em variedade, ah mais de 1000 cartas no jogo, nada mal, né?

Além da campanha, tem o multiplayer e o Free Duel, que é exatamente o que o nome sugere, Duelos Livres. Você pode duelar com todos os oponentes com quem você já duelou. Além disso, você pode duelar com você mesmo, se quiser aprender a usar melhor suas cartas. Durante os duelos é possível ver o seu monstro atacando o adversário em 3D, é precário, mas não deixa de ser legal.

Nunca mais foi visto um YGO decente desde Fobidden Memories, uma pena, pois se continuassem com a mesma formula, seria um grande sucesso, mas não, quiseram inventar moda e deu Shit.

Então é isso ai, Forbidden Memories junta tudo de bom do anime japonês e trasforma isso em jogo. Perfect (tirando algumas falhas)
PS: Comentar não faz mal a saúde, não faz cair os dedos, não te transforma em zumbis e nem em demônios maléficos, por isso, expressem suas opiniões nos comentários.
por Sony's King
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terça-feira, 8 de junho de 2010

OLD School #06: EarthWorm Jim

por Sony's King
Aqui estamos mais uma vez revivendo clássicos em nosso OLD School,e essa semana vamos mostrar um jogo que é estranho e divertido ao mesmo tempo, nessa semana EarthWorm Jim.

Não sei por que, mas tenho a impressão que jogos bizarros eram moda no SNES, segue os exemplos: um ‘‘encanador’’ que pula em cima de tartarugas. Tartarugas mutantes ninjas (e que adoram pizza... WTF??), macacos reapers (OMG) e por aí vai...


E como podem ver, quanto mais ‘’nonsense’’ melhor é o jogo. Em EarthWorm Jim para você ter uma idéia, o ultimo chefe é uma bunda. Mas agora me acompanhem: uma minhoca que atira em vacas e utiliza armas espaciais com uma armadura robótica que se parece com um corpo de um homem, é de se esperar o que? Bom, difícil imaginar, mas estamos falando de um dos melhores jogos de todos os tempos.


O conceito é bem simples: Sair atirando em tudo que se vê pela frente com as armas mais esquisitas que se pode imaginar. Um tradicional Side-Scroll ao estilo Metroid (mas bem diferente o.O), com elementos de plataforma e um sistema ‘’Chicote de Simon’’(que pode se pendurar em objetos no teto), mas com a própria cabeça.

Os inimigos não são as vacas (apesar de poder atirar nelas), e eles são bem variados, assim como os cenários, que realmente dão a impressão de estar em outro planeta, e coisa rara na época era o que hoje é quase indispensável: imersão.

A jogabilidade é divertida, os comando são complexos, porém, são muito precisos e fáceis de executar, principalmente no controle do SNES (pois também tem uma versão para Mega Drive). Os gráficos não eram dos melhores (comparando com Castlevania), mas não ficam atrás, sendo bem coloridos e desenhados. A trilha sonora é no mínimo estranha, dando a impressão de sempre estar com um fantasma na sua orelha e ao mesmo tempo correndo contra o tempo, coisa de doido.

É isso aí, fica a recomendação, um jogo como nenhum outro e que marcou seu nome na gloriosa biblioteca do SNES.

BONUS: Como EarthWorm Jim. virou um Freeware, não tem problema disponibilizar ele aqui para download, então aproveitem. Clique Aqui
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sexta-feira, 30 de abril de 2010

OLD School #05: Donkey Kong

por Sony's King

Diversão, tudo que jogadores procurar em um Video-Game. Donkey Kong e Super Mario World predominavam no SNES. Mas que jogo é esse que proporciona uma diversão equivalente ao do nosso encanador bigodudo? Vamos conferir.
O que se esperar de um jogo em que você controla um Macaco e mini-Macaco?
Bananas, ué. Mas, além disso, vem diversão, muita diversão. O jogo é divertido do inicio ao fim, desde coletar bananas, pular em cima de jacarés, montarem rinocerontes e arremessar barris.

Essa diversão imensa não vem só da jogabilidade, mas também dos personagens, dos inimigos e dos cenários, que são muito criativos, bonitos e coloridos.

O jogo todo é adorável, desde a intro até o estágio final, é pura nostalgia. Um dos poucos jogos que se igualam ao Bigodin ninja. As fazes bônus são de encher os olhos, o cenário todo se move, bananas por todo o lado e barris que te arremessam de um lado para o outro, simplesmente Awesome.

É bom também comentar sobre a longevidade do jogo, na época era comum, mas o game era muito longo. Durando horas e horas de pura diversão interrupta.

Bom, resumindo, o titulo é uma ótima pedida para quem está a procura de um bom passatempo, além de ser mais um de peso para a biblioteca do grande SNES.

Fica a recomendação, um dos jogos mais divertidos de todos os tempos, até a próxima XD
Primeiro Donkey Kong

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quarta-feira, 7 de abril de 2010

OLD School #04: It's me, MARIO

Mario, sim, Mario, é o MARIO.

Aaah, o lendário Mario, o encanador mais fodástico do mundo. Hoje em dia todo mundo o conhece, mas sabem a origem de seu sucesso?


Super Mario Brothers:
Um dos maiores clássicos de todos os tempos, provavelmente ofuscado por Super Mario World para a rapaziada da década de 90, mas continua sendo o jogo que fez nosso bigodudo virar essa estrela que é hoje no mundo dos games.

O motivo desse sucesso todo foi aquele "esqueminha básico" já consagrado no NES, um bom e simples Side Scroller, mas no caso SMB3, eles fizeram desse tal "esqueminha básico" algo muito mais bonito e divertido.

Mario é o carisma em pessoa, é fácil se encantar com o sujeito. Os cenários são muito bonitos, bem coloridos, assim como todos os inimigos, que nunca serão esquecidos.

Bom, se é sobre Mario, é também sobre cogumelos, Peach e Luigi. E em SMB3 não é diferente. Todo o aspecto que já conhecemos está presente nesse titulo, claro, todos já os conhecem, mas sempre é bom relembrar.

A trilha sonora é... Impecável.
o nível 1-1 é o mais conhecido, mas também não é à toa, a música tema é simplesmente fenomenal.
O conjunto é o que fez de SMB3 um dos melhores jogos de todos os tempos, que encantou a todos os donos do NES.

Esse foi, e talvez será o mais curto OLD School que já fizemos, pois estamos falando de Mario certo? E você sabe muito bem quem é ele. Foi só pra lembrar do nosso fenômeno chamado Super Mario Bros. Espero que tenham gostado. Comentem.

 

Escrito por: Sony's King
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quarta-feira, 10 de março de 2010

Old School #03: Mortal Kombat


Ah..., o Super Nintendo. Talvez o melhor console caseiro de todos os tempos, lá que nasceram clássicos nunca esquecidos pelos gamers.

Com o potencial do mais novo Videogame da Nintendo os desenvolvedores abusavam de todo o seu poder, alguns de maneira divertida (como Super Mario World), alguns de maneira criativa (como Earthworm Jim), outros de maneira estranha (como Donkey Kong), e outros que fizeram o mundo presenciarem o momento que todos disseram OMFG.
Esse momento era Fatality!!!


Hoje em dia é muito comum ouvir pessoas falando sobre Mortal Kombat, o bendito jogo demoníaco que revolucionou o mundo dos games, mostrando ao mundo inteiro o que é violência de verdade.

Apesar de uma jogabilidade travada e de um concorrente como Street Fighter, o jogo fez muito sucesso e se tornou umas das franquias de luta mais bem sucedidas da historia, claro que hoje a serie tem seus jogos de menor atração, mas ainda não está morta.

Os poucos personagens presentes no jogo se tornaram tão famosos quanto o jogo em si, esse são: Johnny Cage, Sub-Zero, Scorpion, Sonya, Raiden, Liu Kang e Goro (que só é jogavel após terminar o game). Aposto que todos já os conhecem não?

A violência aqui,como já foi dita e como todos conhecem,é extremamente alta. Litros de sangue jorram da cara dos personagens, os Fatalitys são realmente brutais e alguns meio bizarros.

As seqüência ficaram incrivelmente famosas também, Mortal Kombat 3 foi um dos maiores sucessos da industria Gamer.hoje a serie está decaindo em termos de qualidade e Super Street Fighter IV saiu liderando o gênero de luta nessa geração.

O jeito é esperar pelo tão comentado próximo MK, que segundo os desenvolvedores, será tão brutal quanto os primeiros.


"Sony's King" (Will)
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quarta-feira, 3 de março de 2010

Old School #02: Sonic The Hedgehog

Quem diabos nunca ouviu falar de Sonic?, seja os jogos, o desenho animado, os quadrinhos, os brinquedos e outras porcariadas por ae? Hum?

O console que originou Sonic pode não ser tão famoso quanto ele, mas Gamer que é Gamer, já pelo menos ouviu falar do glamoroso Sega Genesis.lar de Clássicos como Castlevania: Bloodlines, Streets of Rage, Castle of Illusions, e por ai vai.

Genesis foi lançado para competir com o Super Nintendo, mas o Super da Nintendo saiu na frente, porém era um concorrente de peso, e não ficou devendo nada em qualidade gráfica ou em sua biblioteca.

Mas não estamos aqui para falar do Genesis, mas sim de Sonic, e cara... Mario teve que rebolar para continuar na frente de seu rival: a mascote da Sega, Sonic O Ouriço.

O jogo é comum Side-Scroll,assim como Mario,mas é um pouco mais enjoativo,pois você pula,rola,pula, pula, pula, rola, pula, mas aiiiii... Você pula, pula, pula e rola, rola , rola.

A historia do jogo é o seguinte: um cara chamado Dr. EggMan (doutor ovo) está roubando animaizinhos e transformando-os em exterminadores de ouriços azuis que parecem porcos espinhos e morrem afogados(o.O).

A jogabilidade na verdade não é só pular e rolar, você pode pegar alguns Power-Ups, que ou te deixam imune a tudo por alguns segundos ou te protegem com uma bolha que fica em sua volta. Além disso, tudo há fases bônus para ganhar vidas extras.

Anéis são umas das coisas mais importantes no jogo, é difícil explicar como eles funcionam, mas vou tentar fazer de um jeito fácil: no meio das fases, há anéis flutuantes, caso você consiga juntar 100 anéis você ganha uma vida, porem se você levar um Hit perde todos os anéis, e se acontecer de o senhor levar um Hit sem anéis nenhum, Its Over, você morre de vez.

Os gráficos não são nada excepcionais para o Genesis, mas para os acostumados com o SNES (que tinha um potencial inferior), todas aquelas fases coloridas são de encher os olhos.

Por "Sony's King" (Will)

E chega ao fim mais um Old School, semana que vem tem mais. Se você quiser falar algo sobre essa coluna mande uim email para: gamescriticos@gmail.com. COMENTEM !!!
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Old School #01C: Castlevania


Depois do sucesso no NES, a série pulou para outras plataformas além das da Nintendo, como: Game Boy (é da Nintendo mas é portátil), PC-engine (com DX Rondo Of Blood), Saturn, Playstation e Sega Genesis.

Confira agora a última parte do OLD School: Castlemania

Escrito por:"Sony's King"(Will)

1994: Castlevania Bloodlines
Bloodlines conta com dois protagonistas: John Morris e Eric Lecard
Mas onde estão os Belmonts?

Não sei, mas por algum motivo John Morris é filho de Quincey Morris, um personagem do famoso livro de Bram Stoker e que não tem nada a ver com a serie, mas tudo bem.

John Morris usa a Vampire Killer e apesar de não ser um Belmont, controla muito bem o poder do chicote.Eric lecard é um velho amigo de John, e usa uma poderosa lança.

Assim como em DX, cada arma secundaria tem sua habilidade especial, e por falar em armas secundarias, elas são completamente diferentes do resto da serie.

Os gráficos eram os melhores da serie na época, o jogo era muito mais sangrento (até a tela do titulo tem sangue, como se pode ver acima), e os inimigos se movimentavam muito mais fluentemente.

Os cenários são bem naquele esquema Castlevania mesmo, mas com alguns completamente novos como: castelos de ponta-cabeça, telas divididas em três, mares que sobem de uma hora para a outra e etc.

Os chefes são um show a parte: são criativos, os cenários combinam perfeitamente com tal, movimentação nunca vista na serie (nem mesmo nos atuais) e necessita de muita estratégia para derrotar a maioria deles.

A batalha com Death é diferente de tudo já visto na serie, já a com Drácula é bem similar com os clássicos do NES, até um pouco fácil, mas é certamente divertida.

Bloodlines é um titulo de peso para a serie e ainda mais para o Sega Genesis.

Enfim, altamente recomendado, um dos melhores da serie.

“Die monster, you not belong in this world”

Vozes?DEMAIS.

Voltando para o estilo de Castlevania II: Simon’s Quest, Symphony Of The Night é considerado por muitos o melhor da serie, e por outros nem tão bom assim.

1997: Castlevania Symphony of the Night.

Após um jogo muito bom fora de um console da Nintendo (como foi Bloodlines), Konami apostou no primeiro console da Sony: o Playstation.

Com um potencial nunca experimentado pela serie, o Playstation fez milagres com SOTN, tornando-o um verdadeiro clássico.

As inovações desse jogo foram enormes, portanto a muito pra falar dele, vamos começar pela jogabilidade:
Já jogou Metroid? (se não, não sabe o que está perdendo) então, é exatamente como Metroid.

Para muito isso já resume tudo, mas não vou fazer você jogar Metroid só por causa disso.

O mundo (castelo) de SOTN é aberto, assim como em Simon’s Quest,mas contem Save-Points, Mapas, quedas infinitas, Upgrades, Power-Ups, Remédios é exatamente como em Metroid, chega a ser estranha a cópia descarada de Gameplay que eles fizeram, mas diferente de SQ: SOTN ficou Maravilhoso.

A história de SOTN é continuação de Drácula X, após Richter ter derrotado Drácula ele some do mapa, e Maria vai à busca do mesmo.

 O motivo do sumiço é chamado Shaft,um sacerdote,servo de Drácula.

Shaft fica no controle de Richter e liberta as trevas novamente, e com todo esse barulho, Alucard desperta de seu sono (que sono hein) e sai para começar a matança. Mas antes disso, o jogo começa com um flashback, mostrando Richter matando Drácula.

Agora Drácula e seus servos estão ferrados: Alucard é poderoso pra (...) caramba, qualquer coisa que fica em seu caminho (não importa o tamanho) um Hit e ele simplesmente EXPLODE (0.0) Isso até você encontrar Death que pega todas suas armas e armaduras, agora Alucard é Fraco pra (...) caramba.

Alucard usa uma espada curta, e não é tão boa quanto a Vampire Killer, porem como filho de peixe peixinho é alucard usa algumas das habilidades herdadas do Batman, e elas não são poucas e extremamente úteis.


Ao longo do jogo Alucard coleta Relíquias, que o podem transformá-lo em Morcego, Lobo e Nevoa (o.O), além de contar com a ajuda de alguns parceiros, como: um morcego, um crânio voador,um capetinha,uma fada e uma espada(que no lvl 50, Alucard pode empunhá-la como uma arma muito poderosa).no inicio eles parecem inúteis,mas depois você pode precisar deles.

Todo o jogo se passa no castelo de Drácula, e ele esta maior do que nunca. Ah muito a ser explorado e itens escondidos em todo lugar.

O jogo tem um toque de RPG, conforme você vai matando inimigos vai ganhando Experiência para aumentar seu nível e se tornar mais forte. Os gráficos são belíssimos, mas o que mais chama a atenção são os efeitos sonoros, tanto as vozes quanto a trilha sonora, ambos são Fantásticos. Ah muito mais dialogo e historia, e algumas frases ainda estão marcadas nas memórias dos Gamers.

Alucard encontra Maria varias vezes, e seus diálogos são breves. O Morcego Junior também conta com a ajuda de um servo fiel da família para comprar itens, armas, mapas  e até dicas de como derrotar certos chefes,e por falar em chefes:as batalhas são épicas.os chefes são muito distintos uns dos outros,e com o potencial do Playstation,eles ficam ainda mais convincentes do que em Bloodlines.

Como a dificuldade do jogo é Pré-definida pode ser fácil para os que gostam de upar levels ou fazer uma boa exploração, mas pode ser extremamente difícil para os que só ligam para a pancadaria.

Nos momentos finais do jogo você tem que passar por todo o castelo novamente, mas desta vez ele esta invertido. Pela primeira vez, Death não o penúltimo chefe, Shaft toma seu lugar,e após a sua derrota Drácula se liberta e... Ai meu Deus. Esqueça tudo que você já viu na serie: Drácula está maior e assustador. Caso você tenha o Alucard’s Shield,ele não irá se mostrar muito difícil (na verdade nada se mostra difícil perante o poder do AS), mas caso contrario ele pode ser um verdadeiro pesadelo para os da tribo ‘’pancadaria’’.

Mas nem tudo são flores: os loadings são enormes, o castelo pode confundir os acostumados com o tradicional Castlevania,alguns inimigos comuns são quase impossíveis de se derrotar apenas com a espada e começar Fodão e depois ter que ficar dando mais ou menos nove hits para matar um inimigo fraco pode desestimular alguns jogadores.

O melhor de toda a serie? Hum... Não exatamente, mas continua um dos melhores jogos já criados e um classico eterno. SOTN com certeza fez historia no mundo gamer.

Mas Drácula nunca morre, e a serie continua firme e forte, ainda faz sucesso no DS e esse ano virá Lords Of Shadow para PS3 e 360 (Pussytation3 e Xboshit360.)

Nosso Old School: Castlevania acaba aqui, porque a partir de Symphony Of The Night já não é mais Old School. Então é isso, semana que vem tem mais, até a próxima.
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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Old School #01B: Castlevania

Vamos curtir agora a segunda parte da coluna OLD School sobre Castlevania

Escrito por:"Sony's King"(Will)


Com o nascimento do Video Game mais popular do mundo, Fãs de Castlevania ficaram se perguntando: e agora?

E em 1991 veio a resposta,mas não como Castlevania IV, mas sim como SUPER Castlevania IV.Como o jogo não tinha uma historia a seguir, ele foi considerado um Remake do original.

1991:Super Castlevania IV
Um cara durão (e alto), um chicote (visível) e QUATRO botões, tudo o que você precisa para sair matando monstro em OITO direções diferentes e com gráficos maravilhosos.

O grande ‘’Tchan’’ do jogo acabou de ser citado: OITO direções em que você pode chicotear (OMG) é o único da serie com essa possibilidade, além de você poder andar abaixado, isso é demais.

Apesar de ser um Remake, é muito diferente do original, muitos novos inimigos, muitas fases novas (Muitas), e novos Chefes também.

Não da pra dizer que a jogabilidade é a mesma do original, mas a essência continua o estilo Castlevania.

Não era possível fazer um jogo muito longo no nes, pela limitação do console, mas em Super Castlevania IV as fases são tão longas e tão diferentes umas das outras, que chega a ser surpreendente.

A trilha sonora é incrível, a melhor de toda a serie em minha opinião, e nos estágios finais tocam remakes de todos os três Castlevanias do NES, realmente incrível!

Ah partes com pontes que caem pedras que fazem Simon voar, cabeças de medusas irritantes, Moonwalker em escadas (o.O), Grim Reaper, níveis em 3D e muitas outra coisas que fazem de Super Castlevania IV um jogo exelente.

Não a muito que falar desse jogo, pois é um Remake, um Remake de um clássico, que foi feito melhor, o que faz desse jogo em minha opinião o melhor da serie, e o melhor do SNES.

Depois de uma obra prima dessas, era esperado algo ainda melhor, não?


1995: Castlevania Dracula X

Começando pelo nome: Drácula X??

Ao invés de evolução, veio a regreção.

Sabem as oito direções, o Moonwalker etc? Tudo se foi, e voltou para a jogabilidade clássica dos primeiros títulos, o que pode ser estranho para alguns (ou até ridículo).

Os gráficos estão bem desenhados, e as cores estão bem mais vivas, porém não á destaque dos objetos interativos, plataformas e tudo mais, isso acaba confundindo o jogador q e às vezes morre por causa disso.

Dessa vez você tem o controle de Richter, o membro mais novo do clã Belmont,e que segundo Portrait Of Ruin(DS) é o que tem mais experiência com a Vampire Killer.

Apesar de você poder chicotear em apenas uma direção, Richter pode dar Backflips, usar golpes especiais com as armas secundarias, andar como uma lesma e dar saltos como se tivesse mal de Parkinson.
A trilha sonora até parece brincadeira para uma serie com histórico musical tão bom quanto Castlevania.
As musicas originais são lindas, mas os Remakes são uma verdadeira droga, é como se uma criança estivesse brincando de DJ.

A batalha final contra Drácula é IMPOSSIVEL, realmente IMPOSSIVEL.

Como se já não bastasse ter que lutar com um Drácula que te da 2 segundo pra acertar um golpe e uma forma gigantesca do morcego, você ainda tem que ficar saltando de plataforma a plataforma e se você levar um Hit de Drácula e ainda continuar vivo você tem muita sorte.

Mas o pior aspecto desse jogo é a dificuldade. Ela é exagerada nos inimigos fracos, que te podem matar facilmente, e ridícula de fácil nos chefes (tirando o Batman, é claro).

Enfim, uma grande decepção para quem esperava algo ao nível de Super Castlevania IV, mas ainda sim é um bom jogo, recomendo para os descompromissados, porem ainda é a prova que melhores gráficos (se é que se pode chamar de melhores) não fazem um melhor game.

Next Stop: Castlevania Bloodlines para o Sega Genesis e Castlevania Symphony of the Night.
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domingo, 31 de janeiro de 2010

Old School #01A: Castlevania


Estreando aqui a primeiro quadro OLD School, esse quadro contará a experiência de jogadores sobre jogos do século passado, esses jogos entre meados dos anos 90 e se você também quiser participar basta mandar um email para gamescriticos@gmail.com com a sua matéria, mas para esse 1º post vamos falar de uma das series de maior sucesso da era 8 bits e que ainda se mantem forte nos dias atuais, Castlevania.



Escrito por: "Sony´s King" (Will)

1987:Castlevania
Na era ’Mario’, ainda que houvesse jogos bons,toda a atenção ia para o nosso classico SMB,mas um jogo chamou a atenção dos jogadores,era um jogo adulto com monstros medonhos, morcegos, zumbis e inimigos de diferentes culturas,esse era Castlevania.
um cara durão,um chicote e dois botões,tudo q você precisa para sair matando monstros em busca da morte do próprio Dracula,Castlevania trazia tudo o q os gamers queriam um jogo simples com gráficos bons e uma dificuldade extremamente alta.

O nome Castlevania é uma mistura do inglês Castle(castelo) e transilvânia(com apenas o final vânia). Assim como SMB3 você podia fazer muitas coisas apenas com os dois botões do NES como:subir escadas, usar magias,armas secundarias e assim vai.

Os cenários passam de cemitérios para torres de relógios,cavernas para castelos,sempre com uma variação de desafios e inimigos. Mas é claro, todos jogos tem seu defeito, uma coisa que eu nunca consegui entender o porque, é que quando Simon (protagonista do jogo) leva um golpe ele pula para trás, isso é uma maldição que continua até nos jogos atuais.

No final você tem que encarar o nosso homem-morcego ,e a unica coisa que passa pela nossa cabeça é: Uuuuaaauuuuu, completamente fechada,completamente difícil e completamente épica.

Batalha final de Simon em Castlevania.
mas é claro,com um sucesso desses não demorou muito e logo veio a seqüencia
Castlevania 2 :Simon's Quest.


1988:Castlevania 2:Simon’s Quest
Simon’s Quest marcou a inovação da serie,com um estilo ‘’Sand-Box’, (O mesmo usado no famoso Simphony Of The Night), o que não foi muito bem recebido pelos Fãs do primeiro Game ,mas a grande minoria achou fantástico e não se surpreenderam com SOTN .

Simon’s Quest é sequencia direta do primeiro Castlevania, em que Simon discobre que foi amaldiçoado e precisa juntar todas as partes de Dracula novamente. O problema é que elas estão espalhadas por diferentes dimensões e que se ele não recuperá-las rápido ele irá morrer.

A jogabilidade é idêntica ao primeiro ao mesmo tempo que é completamente diferente(o.O)

Mais uma vez, um botão ataca e o outro pula, mas desta vez pressionando o botão Start você entra no menu ‘’equip’’, para equipar itens, armas e upgrades para o lendário chicote Vampire Killer, o que pode ser irritante algumas vezes, interrompendo a ação do jogo.e por falar em interromper, a cada 5 minutos uma frase aparece dizendo: What a horrible night to have a curse (que inclusive serviu de inspiração para uma banda de rock), que significa que o sol se foi e a noite esta aqui. E mais 5 minutos depois uma outra frase aparece dizendo: the morning Sun that has come to vanquish this horrible night, que significa que a noite se foi e o dia chegou, mas uma coisa passa pela cabeça de alguns jogadores..... WTF????


É um péssimo sistema de dia-noite, e que nunca mais apareceu em toda a serie (Graças a deus).
Os cenários, assim como os do primeiro Castlevania,são bem variados passando de florestas para cemitérios,cavernas para castelos, e etc...

É bem parecido com Zelda 2: The Adventure Of Link, com NPCs inúteis, mas com um sistema de compra bem mal feito. É a base de corações e quando você morre você perde tudo.
Enfim, é com certeza o pior da serie no NES.

1990: Castlevania 3: Dracula’s curse

Castlevania 3: Dracula’s Curse esquece Simon’s Quest e volta para o tradicional sistema linear do primeiro Castlevania, mas conta com algumas inovações como a possibilidade de jogar com outros personagens.

Em Dracula’s Curse você esta na pele de Travor Belmont, um ancestral de Simon, que lutou com o morcegão pela primeira vez, o que faz desse game um ‘’prequel’’.

Como a já citada possibilidade de jogar com outros personagens, vamos falar um pouco deles:

Grant Danasty: Grant é um ex-pirata que teve sua familia assasinada por Dracula, quando Grant se opos contra Dracula, o mesmo lançou um feitiço que transformou Grant em um monstro corcunda.

Encontro com Trevor: o nosso herói encontra Grant pela primeira vez na sua forma de monstro, e após derrotá-lo Grant volta a ser humano novamente.

Sypha Belnades: é uma grande feiticeira, não se sabe muito sobre ela, apenas que ela se disfarça de homem por algum motivo, e que o Badass da historia continua com o clã belmont graças ao utero dela.


Encontro com Trevor: após derrotar o mesmo monstro que Alucard encontra no castelo invertido de SOTN, Travor liberta Sypha de uma estatua de pedra no Backgroud.

O Próprio Alucard: Sim, o morcego Junior também faz uma aparição na jornada de Travor, mas Alucard aparece para ajudar Trevor a derrotar Dracula (o que pode ser meio estranho, pois Alucard é filho de Dracula).


Encontro com Trevor: Trevor encontra Alucard em um caixão, então Alucard desperta e tenta matá-lo, mas falha, e vê que ele pode ajudá-lo a derrotar Dracula e se junta a Trevor.

Os gráficos são fantásticos, a trilha sonora é espetacular e a jogabilidade, assim como o primeiro, é perfeita.Com esses atributos e com essas inovações, eu acho que é o melhor da serie no NES.
No fim, voce novamente terá que derrotar Dracula em seu castelo, mas em TRES diferentes formas, o que torna a batalha quase impossivel.

Dracula’s Curse encerra a serie no NES com estilo, próxima parada: Super Castlevania IV no glamuroso Super Nintendo Enterteniment System (Oh Yeah).
Continua...
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